Este ano mudei. Gasto menos e com mais lógica. Mas também cheguei à conclusão de que é melhor comprar mais caro, mas muito menos... assim poupa-se e ajuda-se, estimula-se (um pouco) a economia, pelo menos a de quem cresce devagarinho e à custa de trabalho dedicado.
Uma colega disse-me que na família tinham combinado dar só duas prendas a cada criança, uma dos pais e uma do resto da família (tios, avós, etc). Assim evita-se a competição do número de prendas, os erros de educação e a verdade é que se pode investir em melhores presentes. Se querem ajudar mais, óptimo, mas dão aos pais. Parece duro, sobretudo para alguns avós, mas faz-me lógica. Felizmente não me posso queixar...sempre tive muito, demais acho agora eu. Ter tudo dificulta perceber que se tem que trabalhar para receber. E em última análise quem sofre são as crianças que se tornam jovens adultos.
Por pouco, mas ainda a tempo do
Mercadito da Carlota, e sempre a tempo das encomendas
online, aqui ficam umas sugestões para prendas, dos pequenos produtores nacionais, com muito bom gosto e carinho. Para os pimpolhos e lembrancinhas a quem cuida deles quando nós não podemos.
Do imaginário do faroeste:
Da
Bicho da Madeira, bigodes e lábios para deixar as festas uma loucura, a história do capuchinho vermelho em puzzle de 3 dimensões, pais natais em estrelas, presépios coloridos, frases para enfeitar...
Para identificar a porta do quarto ou mesmo os príncipes com pulseirinhas com o número de contacto ou colares com informações de saúde, estas prendinhas divertidas e úteis da
Sandra Colaço.
E agora para quem nos merece tanto respeito, as cuidadoras!